“Morreste-me”

Comecei a ouvir falar de José Luís Peixoto a partir de 2005 através da leitura de vários blogues que o citavam. Lia trechos e ouvia falar dos seus livros. Pensava que parecia ser um escritor interessante. A verdade é que os anos começaram a passar e eu adiava ler algo escrito por ele. Em 2009, estava a mudar de canal de televisão e parei num que me chamou a atenção porque era alguém a recitar algo de um escritor. Sim, eram trechos escritos por José Luís Peixoto. Era uma espécie de documentário/biografia e o trecho em causa era do livro “Morreste-me”. Lembro-me que desatei a chorar. Lembro-me que pensei “como é possível haver alguém que coloque por palavras estas sensações?”. Distanciada há 4 anos de uma perda familiar semelhante à relatada no livro e perto de uma possível nova perda não pude ficar indiferente àquelas palavras. Não pude.

Procurei por este livro. Li o “Morreste-me” de um fôlego só. Seguiu-se o “Nenhum Olhar”. Agora estamos com este livro nas mãos: “Cemitério de Pianos”. Ainda faltam mais para ler e o farei conforme a vida assim me permitir.

Devo dizer que, o “Morreste-me” marcou-me. Dele retirei uma frase que me tem acompanhado ao longo destes últimos anos. Adoptei-a. Carrego-a nas mãos e na alma:

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